A tua homossexualidade prende-me os sentidos. Houve tempos em que tinha que ser, que o fazer, as artes eram minhas mãos e pensava pelos olhos para não errar em vão. Vá miúda, sossega. Senta-te em frente dele e diz sem medo o que pretendes seguir. Estúpida, sem medo, disse-lo. Pobre senhor, recordo agora o seu terno olhar, pai, parado, observador, fintou-lhe as palavras remantando com um "vais-te arrepende de tal escolhar e a mim hás-de vir chorar".
Não fui. Nunca voltei lá para chorar a minha escolha. Dei voltas demais para o seu fim.
Sou tão infeliz por te conhecer
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