segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
sábado, 21 de Novembro de 2009
(precisa mesmo de ter título?)
Descansa. Já te disse para ficares descansado, conheço os melhores métodos para o esquecimento, sei os caminhos por onde nunca passaste, o cruzamento entre mãos, palavras, ar...não há-de acontecer novamente.
Vá lá, não mereço assim tanto este estúpido estar. Procura na tua solidão a partilha que só em ti existe. Abraça-te. Ouve-te. Joga sozinho ao Stop, faz o amor solitário (não queiras que especifique), só tu, estando apenas contigo, consegues atingir o clímax da vida. Não precisas da tua multiplicação, tu chegas.
Sempre achei piada as juras, seja de que natureza forem, se bem que, a única que ainda me entra na cabeça (e no coração) é a do Rui Veloso.
Nunca falo na desistência com tristeza, é claro que às vezes há uma lágrima que insiste em cair, malandra, mas, há sempre mais na desistência do que um fim premeditado.
Nunca falo na desistência com tristeza, é claro que às vezes há uma lágrima que insiste em cair, malandra, mas, há sempre mais na desistência do que um fim premeditado.
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
sábado, 7 de Novembro de 2009
hoje é assim...
Acordei, quero escrever, varrer sonhos que não me lembro de ter tido. Tenho andado a pensar no fascínio que sempre tive pela minha mãe. Quando era (mais) miúda, recordo-me de lhe perguntar o significado de algumas palavras e achava íncrivel que ela soubesse tudo, sempre foi uma senhora adorável.
Já se passaram muitos anos, agora leio e mato as curiosidades sozinha, nunca gostei muito de ter cúmplices nesta matéria.
Continuo a minha batalha pelas palavras dífíceis, às vezes nem é bem pelo seu significado. Hoje, as palavras díficeis são as que me custam pronunciar, estão ligadas ao coração, vão-me prendendo o cérebro, petrificando-me os movimentos, parando-me a vida por segundos. E há segundos que custam (tanto) a passar enquanto digo tais palavras...
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